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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Encontro com o parceiro tântrico

Lindo texto que encontrei no site "Escola do Feminino"




Encontro com o parceiro tântrico
Newsletter 14 de Outubro 2010


Quero felicitá-la pela graça de ser uma mulher. Nem todas as mulheres entendem e desfrutam dessa graça, talvez porque ninguém tenha lhes ensinado isso... talvez suas mães também não fossem muito felizes.


Toda mulher é uma rosa, basta olhar uma criança, todas as meninas são lindas, seus movimentos, seus gestos, seu sorriso, sua abertura diante do mundo... Assim nascemos todas nós, mas algumas vezes não podemos realizar todos nossos sonhos...


A mulher passa por uma enorme pressão. Ela é a que serve a todos. Serve ao marido, aos filhos, à empresa, à máquina comercial, dá sua beleza, graça, sutileza, a sua essência criativa. Mas poucos podem reconhecer essa enorme doação feminina. A mulher é pressionada a ser como um homem, a entrar no mercado de trabalho como um homem, a pagar as contas como um homem. Não é reconhecida a sutileza que ela dá ao mundo, que deveria colocá-la por si só no lugar de uma rainha. O mercado quer vender produtos, o governo quer manipular as mulheres, os homens querem pressioná-las. Ninguém as ensina que são as criadoras. E que não nascem apenas para criar os filhos, mas para criar a sua beleza e a beleza do mundo. Criar a vida feliz na terra.


Ninguém lhes ensina sobre a flor da sua sensualidade, com suas seis pétalas e qualidades que podem lhe trazer a relação harmoniosa, a saúde, a prosperidade e a juventude. Justamente por isso não as ensinam. Se você está infeliz pode consumir mais antidepressivos, jogar mais bingo, comer mais, passar horas na frente da televisão se enlouquecendo.


Quando vemos um monte de novelas na televisão criamos o que há nelas. Daí, vemos muitas mulheres sem controle de suas emoções, sofrendo com emoções negativas, assim como nas novelas. O que geralmente acontece? Logo com o encontro do primeiro amor vem o sofrimento. Quantas mulheres podem dizer que se sentem realizados no amor, completamente realizadas? Quantas mulheres se sentem seguras, amadas e sensuais? Por quê? Um homem comum também nada aprendeu e não entende as mulheres, não sabe como tocá-las, como amá-las, como acordar nelas sua essência e rapidamente as transforma em seu objeto. Muito comumente o homem está concentrado na sua necessidade, naquilo que ele quer tomar para si, dando em troca migalhas. A mulher é romântica e assim para ela é difícil perceber que isto está acontecendo. Ela só sente que algo não vai bem, que não está recebendo o que precisa, que está se esgotando, que está sedenta de amor, mesmo estando com um parceiro.




Ontem veio a nós uma bela mulher, um sol, mas estava escondido, talvez ninguém pudesse ver o sol que estava dentro dela. Quando ela entrou no quarto, a sala iluminou-se, ela irradiava energia. Mas logo começou a chorar, não poderia vir para os cursos, o marido não deixava, porque tinha ciúmes, ela não podia ir a nenhum lugar. Além do mais, também tinha que trabalhar para pagar as contas de casa e estava muito cansada, o marido quase não lhe dava dinheiro. Ele pensava que não era o dever dele manter a casa. Ele não a protegia, não a ajudava a se desenvolver e ainda dizia que ela era feia. E ela sentia medo de deixar o casamento e ficar sozinha. Quantas mulheres se encontram nessa situação? Mas o que ele está lhe dando de maneira real?


Outras mulheres estão em suas casas, se sentindo solitárias, e acabam procurando um parceiro ideal pela internet. Mas a internet é como jogar na loteria, é como uma roleta. Todo mundo lá quer mostrar o melhor de si, ou simplesmente inventam, e as partes escuras ficam escondidas. Só depois de muitas horas de encontro, sentadas na frente de um computador, dando energia para pessoas desconhecidas, algumas vezes para verdadeiros vampiros, perdendo juventude e saúde, a mulher se dá conta que estava errada. Seu homem ideal da internet era um neurótico, ou preguiçoso, ou cruel, ou às vezes uma criança jogando com ela, ou o empregado de uma companhia que não tem o que fazer no seu turno da noite.


Posso lhes dizer que no passado eu sofri muito. Trabalhava, não exatamente com prazer, tinha que sobreviver e aceitar muitas coisas que não gostava no trabalho. Com os parceiros nunca tinha alcançado harmonia. Tinha o hábito de atrair homens fracos, pouco generosos, com problemas. O máximo que recebia de um namorado geralmente era um jantar, ou uma noite no motel, ou um cinema. E alguns até isso queriam dividir comigo. Tive um namorado que achava era um grande favor me convidar a uma viagem, onde ele se divertiria e teria o privilegio de estar comigo! Eu até concordava e me sentia lisonjeada pelo convite.


Eu era jovem, saudável, fazia yoga, tinha ido à universidade, era independente, e pela minha educação não poderia receber nada de um homem, só dar. Com orgulho eu pensava que isso era auto-suficiência. Afinal eu era uma mulher moderna!
Quando me casei, com meu marido, separávamos as contas milímetricamente meio a meio, e houve alguns momentos em que ele ficou desempregado e eu sustentei a casa. Além disso, o apoiava emocionalmente, o escutava, o ajudava em seu trabalho, alimentava sua autoconfiança. Ele mal me ouvia. O sexo com ele tinha poucas variações e muitas vezes era apenas mecânico, algo que acontecia pela manhã, quando sua maquina funcionava e eu estava lá para servi-lo.


Pouco a pouco eu podia ver como ele perdia seu interesse e desejo por mim, mas ao mesmo tempo me mantinha amarrada a ele, era possessivo, gostava de me ter por perto. Mas não me elogiava, esquecia do meu aniversário, às vezes era agressivo em suas palavras. Era ciumento e não queria que nenhum homem se aproximasse de mim, e para isso me ajudava a ficar feia. Ao comprar uma roupa bonita, que me fazia mais sensual, ele me dizia que era vulgar, ou dizia que eu gastava dinheiro em bobagens. Eu pensava que seu ciúme era amor. Em pouco tempo me transformei em uma senhora, sem nenhuma sensualidade, sem autoestima e sem perspectiva para o futuro, Até que uma separação abrupta ocorreu. Havia uma outra mulher, ela engravidou e ele se foi com ela. Passei vários anos separada, e conheci diferentes homens nessa época. Mas ninguém me amava ou me valorizava. Eu não sabia nada sobre o valor de mim mesma. Especialmente pude ver como comecei a envelhecer de forma prematura! Além disso, eu estava amarga.


Em algum momento da minha juventude eu havia sonhado com o amor sublime, com a entrega total, com tocar o êxtase de se fundir no amor. Na minha juventude, eu cheguei a ter alguns segundos desse êxtase com um parceiro que praticava yoga. Eu pressentia que havia algo de sagrado a respeito da sexualidade, porque às vezes depois do sexo queria chorar, mas não tive o outros parceiros com quem desenvolver e manter essa experiência.


Um dia fui convidada para um workshop da Escola do Feminino, a curiosidade levou-me ao curso, havia palavras atraentes, como dança, sacerdotisas, sensualidade... Eu nunca imaginei o que iria encontrar, me senti em casa, uma casa que tinha deixado há muito tempo e agora voltava. Tudo o que era feminino era permitido... Dançamos, mudamos de roupa muitas vezes, nos maquiamos, recebemos explicações sobre troca de energia com o parceiro, como escolher o melhor parceiro para o seu tipo de energia, como reconhecer um homem ladrão de energia. Eu entendi que tinha me relacionado com alguns vampiros energéticos que roubavam minhas chances de encontrar a felicidade e o amor. Fiz com um Orientador a prática individual de limpeza dos meus centros de energia e durante um mês realizei diariamente o ritual Sita Rama para me harmonizar interiormente com um parceiro forte e digno e parar de atrair homens fracos.


Voltei à vida, floresci. Após os seminários e praticas comecei a me sentir mais segura e com bases para entender os sofrimentos do passado e uma pequena idéia do que poderia vir no futuro. Percebi como tinha vivido sem conhecimentos e que dessa forma não poderia alcançar nada do que sonhava. Todos me falavam que estava mais jovem, que parecia apaixonada. Muitos pretendentes vieram, mas agora eu sabia que não era só chegar até mim para me ter, deveriam merecer. Antes a falta de auto estima fazia com que eu ficasse feliz com qualquer cantada, ou aproximação. Agora não, estava ficando seletiva. Aprendi nos seminários a testar de forma real um homem e reconhecer suas verdadeiras intenções. Não era mais vulnerável como no passado. Não era apenas romântica. Também praticava Aharata para criar em torno de mim um campo de proteção.


Eu queria aprender mais, me aprofundar nesta arte que estava me enchendo de vida. Estive em cursos mais longos de Deusas, depois de Sensualidade, e depois fui para a Rússia, onde o conhecimento sobre o tantra começou a ser revelado para mim através de práticas extraordinárias.


Em um dos seminários conheci um homem diferente. Era bem sucedido no mundo social, muito masculino, estava há alguns anos participando dos seminários da Escola de Desenvolvimento Harmônico, e tinha um nível muito elevado em yoga e tantra. Era saudável e extremamente atraente. Realizávamos práticas juntos nos seminários, quando nos encontrávamos e podíamos ver como as nossas energias interagiam. O intercambio nos rituais tântricos limpava as emoções ruins, novas emoções positiva me enchiam de força. Também me sentia mais criativa, pois não perdia energia, ao contrário, ganhava. Voltava dos seminários e a vida parecia sorrir para mim, eu era feliz fazendo meu trabalho, tinha muitas idéias novas e muitas pessoas queriam estar perto de mim e me ajudavam em tudo.


Minha ligação com ele começou a crescer, mesmo à distância. Tinha vivido com meu ex marido por muitos anos e não senti nunca a proximidade que sentia com este parceiro tântrico. Tudo isso era novo para mim, não queria repetir os sofrimentos do passado, os temia.


Em um seminário decidimos fazer uma consulta juntos, com o orientador, para que nos ajudasse no nosso relacionamento. Ele nos deu então uma pratica especial para nosso desenvolvimento tântrico. Um podia ajudar o outro a crescer. Primeiro começamos a realizar juntos o primeiro complexo de yoga tântrica para harmonizar as nossas energias e nos abrirmos. Foi como aprender tudo de novo. Ás vezes sentia medo, às vezes a minha agressividade, cultivada no passado como uma defesa contra o ataque masculino, aparecia e eu a projetava nele. Mas pela primeira vez um homem não brigava comigo, era maduro, podia ver minha alma, o medo que se escondia atrás da minha agressividade. Ele não reagia, mas também não se deixava manipular por minha agressividade, não tinha pena de mim e ao mesmo tempo não me pressionava. Também não sai correndo, tomava responsabilidade por mim! Isso me dava uma enorme segurança.


Ele tinha paciência, até que todos os traumas do meu passado foram pouco a pouco sendo consumidos com a energia tântrica. Nem anos de terapia poderiam fazer o que esta relação estava fazendo comigo. Ele não tinha medo da minha sensualidade, mas ao contrário, me ajudava a ficar cada vez mais sensual. Ajudava-me a escolher a roupa mais sexy para encontrá-lo. Gostava que na rua e em qualquer lugar estivesse bonita, não tinha medo de outros homens, conhecia a sua força. Aos poucos foi me ensinando os segredos da “alcova”, me ensinou a tocar e sentir, me ensinou os segredos dos pontos de prazer do sexo masculino e como potenciá-los, me ensinou sobre meus próprios pontos, todo o meu corpo se transformou em um campo de prazer. Nos seminários as orientadoras também me ensinaram danças da sedução. Todo um mundo que não é revelado para a mulher! Em uma viagem para a Rússia, uma sacerdotisa deu-me iniciação em Devadasis, que eliminou muitos complexos.


Com meu parceiro tântrico entendi que nunca realmente havia tocado um homem, e também nunca tinha sido tocada. Quando ele me tocava estava completamente presente.


Cada vez que eu o tocava me preenchia de energia e se desenvolvia em mim um estado de êxtase, um estado que unia o sensual e o religioso, o sonho intimo de muitas mulheres, tocar o divino através do sexo, chorar de emoção, desaparecer no amor mais sublime. Fundir-me, através do meu parceiro tântrico, amar a Deus e a tudo que existe, e viver a minha vida como um ato de amor sensual.


Por que as ondas de energia sexual que se despertam em um ritual tântrico não são desperdiçadas como em um ato sexual comum, mas me acompanham o dia todo. O tantra me abriu para uma vida de êxtase, de prazer sensual constante, como se estivesse fazendo amor com tudo o que existe todos os dias. E os rituais tântricos com meu parceiro nunca são iguais, ele sempre trás algo novo, um novo ensinamento. Eu também, e essa união nos faz crescer para o mundo, temos mais energia para dar e, sobretudo, criar mais amor pelas pessoas, mais compaixão, o que tem nos aberto as portas para uma vida de graça. Nós não somos uma prisão um para o outro, mas sim um trampolim para lançar-nos na aventura da vida sem medo. Entendemos que o amor se vive para compartilhar, não para fecharem-se em si mesmos, como alguns casais, que depois de algum tempo não tem mais nada para trocar e começam a se destruir. Estamos juntos criando uma escola para as gerações futuras... Nossa vida não é vazia.


Meu passado de migalhas emocionais, horas de solidão e internet acabou. Realizei a minha natureza feminina, de entrega a uma força superior e começar a criar uma vida que não é como nas novelas de televisão, cheia de sofrimento, ciúme e perda. Claro que todos à minha volta percebem claramente as mudanças e me admiram, pedem recomendações e eu começo a ensinar também. Aprendi que quando aprendemos algo temos que compartilhar e assim vamos para o próximo nível de desenvolvimento, onde eu estou me dirigindo agora. Estou me tornando instrutora da Escola do Feminino.


Você também pode receber este conhecimento, pode vir para os nossos seminários. Pode participar do ciclo de conferências e ler nossos materiais na internet. É como essas pérolas de conhecimento podem ser dadas! Seja bem-vinda Deusa!

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"Qualquer caminho é apenas um caminho, e não há ofensa para si ou para outro em abandoná-lo se é isto que o seu coração diz a você...
Olhe para cada caminho bem de perto, estudando-o cuidadosamente.
Experimente-o quantas vezes achar necessário.
Então pergunte a você mesmo, e somente a você mesmo uma questão: "Esse caminho tem um coração? Se ele tem, é um bom caminho; se não tem, é inútil".

D. Juan, "brujo" Yaqui

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