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domingo, 31 de julho de 2011

Ele diz que te adora, mas não te namora...

Ele diz que te adora, mas não te namora...

:: Rosana Braga :: 

Já perdi a conta de quantas mensagens recebi e continuo recebendo, especialmente de mulheres, repetindo a mesma queixa. Cada uma a seu modo, com suas interpretações particulares e conclusões singulares, mas com uma só dificuldade: traduzir o que o outro quer dizer...

Isto é, saem com uma digníssima pessoa, envolvem-se com ela e constroem expectativas e mais expectativas. Até aí, julgo absolutamente compreensível. E digo mais: até muito lógico, exceto os casos em que é notória a insistência em depositar suas carências na possibilidade de se acomodar num relacionamento que não acontece nunca... felizmente!

Pois bem... ao que tudo indica, pelo andar da carruagem, o outro também está a fim. Diz lindas palavras, trata o sexo oposto com beijos e seduções e transforma os encontros – geralmente poucos – em difíceis de esquecer... Seus galanteios são realmente enredantes. Porém, de repente, não mais que de repente, ele assume: eu adoro você, mas não quero namorar. Ela titubeia, sente um frio na barriga, mas não consegue acreditar. Afinal – ela pensa – ele é tão carinhoso, tão intenso, tão envolvente... Não é possível que não goste de mim a ponto de desejar ficar comigo... não faz sentido.

E mais alguns meses se passam. Novos encontros, novos elogios, novas técnicas de sedução... Tudo tão intenso quanto fugaz, tão previsível quanto estranhamente surpreendente, tão vazio quanto uma fantasia de criança, mas paradoxalmente preenchedor... E está armada a neurose: o que fazer? No que acreditar? Como agir?
Continuar? Parar?

Ok! Vamos aos fatos e às reflexões... O que você realmente deseja? Ser assumida ou ser gostada exatamente do jeito que o outro está dizendo que gosta? Entender o que o outro está dizendo ou viver o que está acontecendo?

Sei, não é fácil responder essas perguntas, especialmente porque, no final das contas, tudo está ligado e faz parte de uma mesma circunstância. Mas é importante desfazer os nós quando se quer descobrir qual é o tamanho da linha...

Creio, portanto, que o mais importante seja traduzir a tal declaração que parece tão incompreensível para algumas pessoas. O que o outro quer dizer quando repete adoro você, mas não quero te namorar??? Exatamente isso! Nada mais, nada menos. Ou seja, você é uma pessoa interessante, que me atrai, de quem gosto de estar perto e ponto. Nada mais do que isso. Uma espécie de amizade colorida, como diziam antigamente.

Sei, sei... você vai argumentar: mas eu já disse para ele não me ligar mais, não me procurar porque assim eu não quero, mas ele liga e eu não resisto; saio de novo... E eu lanço um desafio: se ele diz que te adora e que quer sair com você, é justamente isso o que está fazendo – tentando satisfazer o desejo dele. Mas se você diz que assim não quer e, no entanto, sai toda vez que ele liga... quem é que está sendo incoerente, você ou ele?

O meu intuito com este artigo é tentar simplificar o que mais parece um emaranhado de expectativas frustradas do que uma possibilidade de se sentir bem. Ou você aceita o que o outro tem a oferecer, ou pega o seu banquinho e sai de mansinho. Pare de tentar, o tempo todo, fazer com que o outro aja conforme os seus desejos. Comece você a agir conforme os seus desejos e assuma-os, de uma vez por todas.

Se quer, assuma que quer. Se não quer, assuma que não quer. E pague o preço... porque todas as nossas escolhas têm um preço, sempre. Agora, ficar culpando o outro pela sua frustração não vai resolver nada e você vai perder seu precioso tempo sem usufruir o que quer ou sem abrir espaço para alguém que tenha desejos semelhantes aos seus...

Enfim... falando curto e grosso, seríamos bem mais felizes se começássemos a assumir aquilo que realmente desejamos e, especialmente, o que deseja nosso coração...

Do site: STUM

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"Qualquer caminho é apenas um caminho, e não há ofensa para si ou para outro em abandoná-lo se é isto que o seu coração diz a você...
Olhe para cada caminho bem de perto, estudando-o cuidadosamente.
Experimente-o quantas vezes achar necessário.
Então pergunte a você mesmo, e somente a você mesmo uma questão: "Esse caminho tem um coração? Se ele tem, é um bom caminho; se não tem, é inútil".

D. Juan, "brujo" Yaqui

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