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domingo, 31 de julho de 2011

Você é carente?


Você é carente?

por Maria Silvia Orlovas - morlovas@terra.com.br

Acho que podemos completar essa frase dizendo: quem não é carente? Porque todos somos, todos queremos ser amados, esperamos coisas das pessoas, desejamos reconhecimento e quando damos amor, esperamos receber algo em troca e não há nada de errado nisso, porque a vida é um seqüência de relacionamentos, de encontros e desencontros com as pessoas. O que pode dificultar na nossa caminhada e comprometer a nossa felicidade é o nível de expectativa que colocamos mundo afora. O quanto esperamos de retorno das pessoas e o quanto realmente elas podem nos oferecer.

Sempre brinco com meus clientes que as pessoas não vêm espontaneamente em busca do caminho espiritual. Na verdade, elas despencam nesse rumo porque em algum momento também se perderam nos seus relacionamentos e procuram na espiritualidade explicações e acolhimento. E isso não está errado porque a vida espiritual é muito rica e seja qual for o rumo escolhido virão muitas respostas e a pessoa encontrará coisas valiosas dentro de si.

Mas você, amigo leitor, pode ter certeza que não faço apologia ao sofrimento. Detesto passar por coisas sofridas, decepções ou qualquer outra dificuldade afetiva. E acredito que precisamos aprender as coisas pelo amor. Não é somente o sofrimento que ensina, mas devo concordar que muitas vezes somos tão resistentes que o sofrimento vem com a função de nos ajudar quebrar as barreiras. Pode observar que você já deve ter buscado conforto numa condição sofrida. E quanta gente não faz isso? Quanta gente fica num casamento mesmo sabendo que não há mais amor? Quanta gente se esconde atrás de uma condição social ou econômica contrariando expectativas do coração?

Somos carentes por natureza. Carentes de compreensão e muitas vezes de força interior para seguir as intenções da alma, mas podemos mudar isso. Podemos aprender com os erros e deixar de lado o medo da mudança, fortalecer a auto-estima e criar coragem para nos lançar ao mundo, mas concordo que não é fácil. E que o medo de errar tumultua o processo de crescimento quando nos reporta a tudo o que já passamos.

A história de Angela se parece com a história de muitas mulheres de sua idade. Casou-se cedo para sair da casa dos pais, para ter liberdade, achou que amava, mas depois descobriu que não era amor, que não havia a troca necessária para considerar seu casamento feliz e por isso criou forças para se separar sabendo que teria que se desdobrar para cuidar dos filhos.
Até esse momento, sentia-se dominando a vida, e ainda que as coisa não seguissem do jeito que ela planejara, havia dentro dela uma boa dose de esperança e motivação. Porém, quando ela se envolveu com Márcio tudo mudou. De repente, essa mulher corajosa, trabalhadora, viu-se suplicando atenção, fazendo mil concessões para ficar com ele, abrindo mão do seu jeito de ser para tentar seduzi-lo, mas sem sucesso. Deprimida, veio buscar compreensão em Vidas Passadas. Queria entender qual o karma com Márcio, e por que se sentia tão impotente em lidar com o amor?
Quando vimos os registros de Vidas Passadas, apareceu a guerreira derrotada, sem forças, a moça abandonada às vésperas do casamento, enfim, situações que tinham a ver com a forma dela lidar com a vida. Porque o karma nem sempre está totalmente ligado aos nossos parceiros, mas intimamente relacionado com a forma que vemos a vida e com a maneira que interagimos com os fatos à nossa volta.
Expliquei para ela que as pessoas fazem parte de um cenário, de um drama cósmico e, é claro, que de reencontros. Mas a nossa felicidade não está no outro mas no nosso fortalecimento no amor. Os outros são parceiros, amigos, pessoas para trocar, amar e aprender, mas precisamos olhar para dentro quando desejamos melhorar. Porque o outro pode até ser um encontro de Vidas Passadas mas se não nos abrimos, não mudamos certos comportamentos, continuaremos atraindo pessoas problemáticas. E uma vez permitindo que alguém meio folgado tome espaço em nossa história, com certeza, vamos sofrer.

A carência não é boa conselheira e para vencê-la precisamos ter coragem de enfrentar a sombra do medo da solidão e do sofrimento, a pressa de arrumar tudo, o desespero ao perceber que não controlamos a vida. Somos fortes, somos seres de luz. E como dizem os Mestres, se enfrentamos certos problemas e desafios é porque temos total condição de vencer. Assim, amigo, coragem. Vença seus medos e domine esse grande empecilho da sua felicidade chamado carência.

Do site: STUM

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"Qualquer caminho é apenas um caminho, e não há ofensa para si ou para outro em abandoná-lo se é isto que o seu coração diz a você...
Olhe para cada caminho bem de perto, estudando-o cuidadosamente.
Experimente-o quantas vezes achar necessário.
Então pergunte a você mesmo, e somente a você mesmo uma questão: "Esse caminho tem um coração? Se ele tem, é um bom caminho; se não tem, é inútil".

D. Juan, "brujo" Yaqui

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